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A Suprema Corte permitiu a morte de um indiano que estava em estado vegetativo há 13 anos.

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ÍndiaO Supremo Tribunal permitiu que os pais de um homem de 31 anos retirassem o tratamento de suporte à vida depois de mais de uma década em estado vegetativo, uma decisão que os especialistas dizem ser a forma como o país aplica o seu quadro jurídico para a eutanásia passiva.

O acórdão no caso Harish Rana é amplamente visto como a aplicação prática mais clara do princípio de que os pacientes têm o direito de morrer com dignidade nos termos da Constituição indiana.

Rana, um estudante de engenharia, estava em estado vegetativo há 13 anos depois de cair do quarto andar de seu albergue na cidade de Chandigarh, no norte da Índia.

Após tratamento de emergência, os médicos o declararam tetraplégico.

Acamados e dependentes de um tubo de alimentação para sobreviver, sua mãe Nirmala e seu pai Ashok tornaram-se seus principais cuidadores.

O Tribunal Superior de Nova Deli recusou permitir que o casal retirasse o suporte vital em 2024, o que os levou a recorrer legalmente ao Supremo Tribunal.

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