Uma disputa judicial sobre tarifas nos Estados Unidos pesou sobre os mercados e derrubou os ativos argentinos. O S&P Merval perdeu 3,8 por cento e o risco país subiu para 537 pontos.
Mercado financeiro O escritório local voltou à atividade. Por um lado, o mercado cambial com preços em queda, compras de empresas do BCRA e reservas internacionais nos níveis mais elevados desde outubro de 2019. Por outro lado, ações e obrigações com perdas evidentes, desta vez lideradas por uma sessão largamente negativa em Wall Street.
Os ativos argentinos terminaram no vermelho no fechamento, sujeitos a A tendência negativa de Wall Streetonde a disputa sobre as tarifas impostas pelo governo dos EUA e suas implicações judiciais foram integradas aos preços.
O índice S&P Merval da bolsa de valores de Buenos Aires caiu 3,8%, para 2.763.059 unidades, enquanto os títulos do governo denominados em dólares – Bonares e Globales – caíram em média 1%. O risco-país do JPMorgan sobre a Argentina aumentou 20 pontos base, para 537 pontos base, o maior desde 22 de janeiro.



