
Bandeiras dos Estados Unidos, Irã e Paquistão – foto de arquivo

Bandeiras dos Estados Unidos, Irã e Paquistão – foto de arquivo
Fontes do jornal americano The Washington Post afirmam que o Paquistão no Irão não participou nas conversações com Washington, de quem são patrocinadores, na tentativa de acabar com a crise entre os dois lados. As fontes, cujos nomes não foram mencionados, disseram que o Paquistão estava secretamente zangado com o Irão pela sua retirada de última hora de participar na segunda ronda de negociações.
Entretanto, a American Press Associates citou responsáveis paquistaneses que afirmaram que a liderança política e militar tem trabalhado durante as últimas 24 horas para evitar o colapso das negociações. As autoridades salientaram que as medidas de segurança do Paquistão em Islamabad serão mantidas enquanto se aguarda a chegada das duas delegações, e observaram que o Paquistão ainda aguarda a resposta do Irão no dia em que os enviados forem enviados para o outro lado do acordo.
O Irã rejeitou o acordo sob o que considerou uma “ameaça”. Muhammad Baqir Qalibaf, presidente do parlamento e intérprete-chefe, disse na estação “X” na manhã de terça-feira: “Não aceitamos negócios sob o peso de ameaças”, acrescentando que “assuntos islâmicos” se preparavam para “revelar novos cartões na frente”.
Apesar da posição do Irão de não participar nas negociações com Washington, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o prolongamento do fogo com o Irão, dizendo que aceitaria o pedido do Paquistão, que medeia em paz, “para parar o ataque ao Irão até que os líderes e diplomatas possam chegar a uma decisão única”.
Trump decidiu prolongar o cessar-fogo devido ao que chamou de “uma séria divisão no governo iraniano, o que não é surpreendente”, após o assassinato em Washington e Tel Aviv de alguns dos líderes do país, incluindo o Líder Supremo Ali Khamenei, que foi sucedido pelo seu filho Mojtaba.



