Uma lei para coibir a má conduta sexual nas escolas do país entrou em vigor em 2022, mas foi alterada na sequência dos crimes.
As escolas terão de realizar inspeções regulares para garantir que não existem câmaras escondidas nas salas de aula, casas de banho ou vestiários, e que os professores sabem que não estão autorizados a tirar fotografias dos alunos nos seus smartphones pessoais.
“A lei para proteger os estudantes de serem assediados sexualmente por professores já existe há alguns anos e estamos a ver mais professores a serem punidos pelas suas ações”, disse Chisato Kitanaka, professor associado de sociologia na Universidade de Hiroshima e conselheiro do governo sobre questões de género.
No ano fiscal de 2024, 281 professores e funcionários do jardim de infância ao ensino secundário foram punidos por crimes sexuais, de acordo com os últimos dados governamentais disponíveis. Embora este número seja inferior ao recorde de 320 casos no exercício financeiro anterior, tais incidentes ainda são motivo de preocupação.



