As empresas de transporte marítimo da China estão a enfrentar uma nova e dura realidade de constante volatilidade global, à medida que o encerramento do Estreito de Ormuz deixa de ser um problema de atraso no trânsito para se transformar num grave choque de volume.
A empresa atualmente contorna o ponto de estrangulamento usando rotas longas que exigem o uso de múltiplas embarcações ou múltiplos meios de transporte.
Num briefing com investidores no início do mês passado, Tao Weidong, o director-geral da empresa, minimizou o golpe financeiro da guerra, observando que as rotas do Médio Oriente representam uma parcela relativamente pequena da receita total da Cosco Shipping Holdings.
“A empresa atualmente não está considerando retomar a passagem pelo Estreito de Ormuz”, disse Tao, acrescentando que estava em alerta máximo.



