O defensor sul-africano Asenathi Ntlabakanye foi suspenso por 18 meses por violar as regras antidoping – uma decisão que o excluirá da Copa do Mundo de 2027.
Ntlabakanye, que joga no clube Lions, com sede em Joanesburgo, testou positivo para Anastrozol – um modulador hormonal e metabólico – em 2025, embora isso não justifique uma suspensão obrigatória.
Mas o jovem de 27 anos também se “autoproclamou” usando Deidroepiandrosterona (DHEA), acreditando que era permitido.
DHEA é uma substância que aumenta a testosterona, que por sua vez pode auxiliar no crescimento muscular e no desempenho atlético, e está na lista de substâncias proibidas da Agência Mundial Antidoping.
Depois de ter sido acusado pelo Instituto Sul-Africano para o Desporto Livre de Drogas (SAIDS), Ntlabakanye foi banido por um painel independente de um tribunal antidoping.
Sua suspensão de 18 meses começou em 13 de maio e o levará até novembro próximo, ao final da Copa do Mundo na Austrália. Ntlabakanye tem 21 dias para recorrer.



