O boxe adora uma boa embreagem. Cada lutador mexicano era supostamente um dos 17 irmãos e era sapateiro desde os seis anos de idade.
Depois, há a lutadora que teve que fingir ser um menino porque não tinha permissão para lutar quando era menina – Caroline DuBois parece ter feito isso, e Katie Taylor certamente fez.
Com Itaúma, as histórias são sobre as profissões consagradas que ele deixou na adolescência.
Gosto da ideia de que ele ainda era um estudante de short e sandálias, embora eu ache que isso está acabando com o idioma.
Mas depoimentos de várias academias e lutadores mostram que sim, ele aparecia depois da escola para lutar com meninos enquanto ainda usava uniforme.
Conheci Atuma pessoalmente quando ele tinha 16 anos.
Ele estava a caminho de conquistar títulos juniores e juvenis como amador invicto, ainda usando proteção de cabeça. Havia muitos rumores sobre essa criança.
A forma como o Itaúma foi promovido, promovido e comercializado como profissional é diferente de qualquer outro peso pesado. E isso lhe trouxe muita atenção.
Falou-se muito em bater o recorde de Mike Tyson de se tornar o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados, que já passou.
Não creio que a comparação com Mike Tyson tenha prejudicado Etouma de alguma forma, porque ele não estava sendo feito por ele.
Ele não andava por aí com uma camiseta dizendo “Vou bater o recorde de Mike Tyson”.
E quando ficou muito claro – talvez seis meses, oito meses ou um ano atrás – que isso não iria acontecer, ele me disse em uma entrevista que demos na BBC Radio 5 Live que ele estava acabado.
Não era um fardo propriamente dito, mas um peso desnecessário de expectativa.



