O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Besant, disse na terça-feira que os EUA estão a tentar fortalecer os seus laços económicos e políticos com a América Latina, bem como a procurar uma concorrência justa e sustentável com a China. Ele chamou isso de estratégia para reduzir riscos sem prejudicar as relações com Pequim.
“Seremos concorrentes, mas queremos que a competição seja justa”, disse Besant ao público. “Não queremos duplicar a China, mas precisamos mitigar os riscos”.
Ele citou os principais minerais, semicondutores e produtos farmacêuticos como exemplos de áreas estratégicas em que os EUA querem mais capacidade interna e diversificação da cadeia de abastecimento, observando que a economia global “não pode suportar uma situação em que a China tenha repetidos excedentes comerciais que exijam que Pequim reverta o seu crescimento”.
Grande parte do discurso do secretário centrou-se na América Latina, que ele descreveu como central para a estratégia económica e geopolítica dos EUA.



