Cerca de uma dúzia de propostas de vários players chineses de satélites foram apresentadas à União Internacional de Telecomunicações (UIT) no final do mês passado.
Os maiores projetos – CTC-1 e CTC-2 – foram para 96.714 satélites cada e foram apresentados pelo recém-criado Instituto de Utilização do Espectro de Rádio e Inovação Tecnológica.
O instituto foi registrado na província de Hebei, no norte da China, em 30 de dezembro, um dia depois de ter apresentado seu pedido à UIT, segundo a Associação de Rádio da China.
Os Estados Unidos e a China correram nos últimos anos para lançar megacidades de satélites de Internet, com a SpaceX, sediada nos EUA, a assumir uma grande liderança com a sua constelação Starlink, que representa a maioria dos satélites em órbita baixa da Terra.
Mas as bandas de radiofrequência e os slots orbitais são limitados na órbita baixa da Terra, e os pioneiros podem obter prioridade para esses recursos.
Na sexta-feira, a Comissão Federal de Comunicações dos EUA anunciou que deu luz verde à SpaceX para lançar outros 7.500 satélites Starlink de segunda geração.
Esses satélites deverão estar em órbita até o final de 2031 e elevarão o total da SpaceX para 15.000 satélites. A Starlink solicitou à FCC o lançamento de 30.000 satélites, mas a decisão sobre o restante foi adiada.



