Embora a China pareça estar mais bem preparada do que outros países para lidar com os choques da guerra EUA-Israel no Irão, a sua economia Ainda sob pressão No curto prazo, se os seus parceiros regionais sofrerem, disse um executivo de uma consultoria global.
“A China pode ser mais resiliente, mas não é resiliente aos choques da procura”, disse Denis Depaux, diretor-geral global da consultora Roland Berger.
“Por exemplo, se a economia no Sudeste Asiático estiver a abrandar, se as pessoas deixarem de usar os seus carros porque o governo lhes pede que trabalhem a partir de casa ou porque não têm dinheiro para comprar gasolina, isso afectará as refinarias chinesas”, disse ele à margem do Fórum Bao para a Ásia, na quarta-feira.
A Associação das Nações do Sudeste Asiático é o maior parceiro comercial da China. À medida que cresce a procura industrial e de consumo da região, as empresas chinesas Ele atende a muitas necessidades. – Aproveitando uma rede crescente de exportações diretas e manufaturas na Indonésia, Vietnã, Camboja e Tailândia, disse Depaux.
“Portanto, o impacto a curto prazo (da guerra) poderá ser grande e não necessariamente conduzir a uma crise financeira na China, mas poderá afectar a China indirectamente”, disse ele.
Mas a controvérsia não impediu as empresas chinesas de o fazerem. Continuar a expandir-se para mercados estrangeiros – incluindo no Médio Oriente – criar amortecedores com “adaptabilidade superfuncional” das cadeias de abastecimento das empresas, de acordo com Dapox.



