Em 2022-23, os gestores que pediram demissão mantiveram o cargo por quase o dobro do tempo que aqueles que pediram demissão nesta temporada.
Embora nem todas as saídas nesta temporada tenham sido pontuais – por exemplo, Graham Potter optou por trocar o Brighton pelo Chelsea – ainda é geralmente perceptível quanto tempo foi dado aos treinadores antes que os clubes entrassem em ação.
O mandato de Javier Gracia em Leeds foi o mais curto em 2022–23. Contratado com a missão de salvar os brancos do rebaixamento, foi demitido após 10 semanas e Sam Allardyce, que tinha um histórico de salvar clubes do rebaixamento nos últimos quatro jogos.
Enquanto isso, Nathan Jones permaneceu no Southampton apenas por três meses, mas todos os outros que desistiram da campanha já estavam lá há pelo menos seis meses.
Nesta temporada, quase metade dos que saíram chegaram antes da marca de seis meses, incluindo Ange Postecoglou, que foi demitido após um recorde de 39 dias, e Igor Tudor, que foi expulso após 44 dias. Apenas três estavam em suas funções há mais de um ano. O tempo médio de serviço foi de 9,1 meses em comparação com 17,5 meses em 2022-23.
Em 2022-23, as múltiplas operações de corte e alteração não beneficiaram esses clubes. Leeds e Southampton foram rebaixados, enquanto o Chelsea terminou em 12º.
Em termos de mudanças em série nesta temporada, o Forest parece seguro, mas o Chelsea parece prestes a cair na Liga dos Campeões, enquanto o Tottenham pode ser rebaixado pela primeira vez em quase meio século.



