Ao minar os limites da diplomacia centrada na economia da China em relação a países terceiros na sua competição com os Estados Unidos, a crise venezuelana forneceu um lembrete claro de que a política global continua a ser moldada nesta nova era de poder.
Ele observou que na rivalidade entre potências médias e os chamados estados indecisos – aqueles que não estão totalmente alinhados com nenhuma das grandes potências – a China tinha tradicionalmente expandido a sua presença em áreas sob influência dos EUA através da beligerância económica, do investimento em infra-estruturas e de parcerias estratégicas.
A China também aprofundou a cooperação técnica e científica com a região, que considera fundamental para o seu esforço em prol de um Sul global unido, capaz de resistir à pressão dos EUA e de promover uma nova ordem internacional multipolar.



