A sugestão de que a Itália substitua o Irã na Copa do Mundo deste ano atraiu uma mistura de constrangimento e indiferença dos torcedores da Azzurri na quinta-feira, com a mídia italiana apontando que a ideia era muito familiar.
“Sou italiano e seria um sonho ver a Azzurri em um torneio organizado pelos EUA. Com quatro títulos, eles têm o pedigree para justificar a inclusão”, disse Zampoli, um ítalo-americano que é enviado da “parceria global” de Trump, mas não tem vínculos oficiais com a Copa do Mundo ou com o futebol italiano.
O plano parece ser uma tentativa de consertar as relações entre Trump e o primeiro-ministro italiano, Giorgia Meloni, depois que os dois acabaram se desentendendo após os ataques do presidente dos EUA ao Papa Leão XIV por causa da guerra do Irã.
Os principais sites de notícias esportivas da Itália deram à história apenas uma referência passageira.
O ministro dos Esportes, Andrea Abodi, disse à agência de notícias italiana La Presse: “Em primeiro lugar, não é possível e, em segundo lugar, não é apropriado… Você se classifica em campo”.



