Os residentes de Hong Kong poderão fazer upload de pedidos especificando quais tratamentos de suporte de vida não desejam receber na plataforma de registro eletrônico de saúde da cidade a partir da próxima sexta-feira, quando a nova lei entrar em vigor.
Mais de 20 meses depois de os legisladores terem aprovado pela primeira vez a Portaria de Tratamento de Sustentação da Vida, a medida é um passo importante na racionalização dos acordos de cuidados de fim de vida.
“Esta legislação é um marco para os cuidados de fim de vida em Hong Kong”, disse a Dra. Doris Tse Man Wah, presidente do comité de ética clínica da autoridade hospitalar, numa conferência de imprensa na quarta-feira.
Embora as directivas médicas antecipadas e as ordens de reanimação cardiopulmonar (DNACPR) – duas ferramentas fundamentais para as decisões de fim de vida – estejam em vigor nos hospitais públicos com base na lei consuetudinária desde 2010, Tass disse que a nova portaria fornece protecções legais claras tanto para os pacientes como para os profissionais de saúde.
“A legislação pode ajudar a eliminar toda a incerteza e proteger aqueles que preparam (as instruções), bem como o pessoal de resgate (da linha de frente),”, disse Tse.
A partir de 31 de julho, os pacientes que elaboraram diretivas médicas antecipadas poderão fazer upload de imagens dos documentos na plataforma eHealth. O upload deve ser feito por um médico registrado.



