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Do feed público ao perfil privado: como o uso do Instagram mudou entre os jovens

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Utilizar contas alternativas onde a autenticidade prevalece e a pressão pela imagem é reduzida.

ele Usando contas secundárias no Instagram Virou tendência entre os adolescentes. Eles postam cada vez menos conteúdo em seu perfil principal e optam por espaços mais fechados para mostrar seu dia a dia com mais liberdade. A conta principal funciona de forma incremental Vitral: Um espaço onde uma imagem precisa é exibida, editada e projetada para um público amplo..

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Paralelamente, crescem as chamadas contas secundárias ou alternativas. São perfis privados e têm mais seguidoresonde o conteúdo é compartilhado com menos pressão e mais sentido Privacidade.

Por trás deste fenômeno surge uma necessidade óbvia: Controle quem vê o que você posta. Ao mesmo tempo, existe o desejo de se expressar de forma mais natural, sem querer que tudo seja perfeito.

Nesse sentido, a psicóloga Miguel Speke explicado O que não é novidade: “É um fenômeno que replica nossas antigas formas de relacionamento, agora transferidas para o mundo digital”.

psicólogo Beatriz Goldberg Ele explicou:No segundo relato, há ansiedade social por não conseguir se comunicar com todos da mesma forma.. “Outros conteúdos foram selecionados, mais reais, menos filtrados.” E acrescentou: Um é para fora e o outro é mais para dentro.

Por trás dessas ações, observou Goldberg, está o medo da rejeição:Há muito medo de não ser aceito, de não pertencer.. Isso os leva a ter esses comportamentos.” E ressaltou que esta é a fase em que os adolescentes buscam sua identidade plena e seu lugar no mundo.

Speke, por sua vez, contribuiu para que essa dinâmica também possa ser entendida como uma Uma forma de organizar links: “Pode ser pensado como uma segmentação de amizades, em grupos mais íntimos que permitem maior espontaneidade”.

Sob outra perspectiva, Goldberg alertou sobre como essa lógica afeta o cotidiano dos adolescentes:Tem homem que vive e pensa no que postar. “Eles vão a algum lugar, saem, comem alguma coisa, aconteça o que acontecer, isso ajuda na propagação”. E acrescentou: “Às vezes eles se concentram mais nisso do que em aproveitar o momento.

A conta principal é usada para “externo”.. É aqui que uma imagem mais armada é exibida. Por outro lado, o ensino médio funciona como um ambiente mais descontraído, onde há menos confiança e demanda.

Para a psicóloga, isso não significa necessariamente uma dupla identidade: “Não é uma hipocrisia, mas uma adaptação a diferentes espaços e públicos”.

A lógica da “postagem constante” está começando a ficar cansativa. Surge neste contexto postagem zeroProcesso que envolve interromper a publicação no perfil principal ou reduzir ao mínimo a frequência de publicação, em resposta à pressão de compartilhamento de conteúdo o tempo todo.

Embora o Instagram tenha ferramentas integradas como “Melhores Amigos”, muitos usuários ainda optam por contas secundárias. Lá, diferentemente dos conteúdos efêmeros, as publicações permanecem e não desaparecem depois de algumas horas.

A comparação social ainda existe, mesmo em espaços mais privados. Ver como as postagens de outras pessoas afetam você pode influenciar sua compreensão. E isso afeta a autoestima.

Goldberg foi claro: “Curtidas”, filtros e influência gerada pelas postagens são muito influentes. Se o outro tiver mais impacto, terá.”. Alertou também que esta dinâmica não se verifica apenas entre os jovens, mas também no mundo dos adultos.

Neste contexto, Espke concluiu com um alerta: “O olhar da outra parte é importante, mas quando se torna o único suporte para a autoestima, há uma fragilidade que precisa de atenção”.

Diante dessa dinâmica, Contas secundárias servem como estratégia para gestão de identidade digital. Eles nos permitem separar as pessoas dos íntimos. E abra um espaço mais realista num ambiente cada vez mais exigente.

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