Há muito que Washington denuncia a presidência de Maduro como ilegítima, mas a justificação oficial para a operação tem sido a acusação criminal – uma medida que muitos governos interpretaram como uma afirmação impressionante da aplicação da lei.
O ataque desencadeou protestos em todo o mundo, com a China, a Rússia, Cuba e a Coreia do Norte a condenarem a operação como uma violação do direito internacional. O Irão acrescentou que o presidente e a sua esposa foram “sequestrados”.
Pequim disse estar “profundamente chocada” e condenou o uso da força contra um Estado soberano e o seu presidente em exercício, apelando à libertação imediata do casal presidencial.
Moscovo condenou-o como um “ato de agressão armada contra a Venezuela”, enquanto Pyongyang disse que o “ato de procura de hegemonia” confirmou mais uma vez a “natureza desonesta e brutal” dos EUA.



