A planta geneticamente modificada resultante apresentou maior resistência à murcha de Verticillium, às vezes chamada de “câncer do algodão”, que também pode infectar outras culturas, incluindo frutas e vegetais.
De acordo com o artigo da equipe publicado em abril na revista Plant Biotechnology, revisada por pares, o algodão transgênico “aumentou as condições de infecção por patógenos em aproximadamente 23,8% em comparação com seus equivalentes não transgênicos”.
Os organismos transgênicos já tiveram genes de outras espécies inseridos neles. Exemplos famosos de culturas transgênicas incluem o arroz dourado, que foi modificado para produzir beta-caroteno, um precursor da vitamina A.
O algodão transgênico pode reduzir os efeitos de doenças fúngicas devastadoras. A equipe disse que seu método também revelou uma “estratégia promissora” para melhorar as colheitas usando genes de espécies que vivem em ambientes extremos.
Xinjiang é a maior província produtora de algodão da China e, nos últimos anos, o país tem convertido os desertos da região para cultivar uma variedade de culturas, como arroz, trigo e frutas.



