A BBC Sport Scotland pediu aos membros da seleção da Copa do Mundo de 1998, Darren Jackson e Paul Lambert, bem como Rachel Corsi, a última jogadora a capitanear a Escócia na final feminina em 2019, que nos esclarecessem e entusiasmassem.
Todos os três disseram que era “real”.
Lambert e Corsi descreveram a construção – a parte em que os fãs reservam aviões, trens e automóveis – como talvez a parte mais “estressante” do processo de qualificação.
“Você pensa, eu quero estar na melhor forma da minha vida”, disse Corsi, que foi capitão da Escócia na França há sete anos.
“Não quero me machucar, quero ser selecionado, quero jogar no meu clube, há muitas coisas em que você pensa e só pensa, só quero que cheguemos lá”.
“Parece uma construção sem fim”, acrescentou Lambert.
“Então, quando você é selecionado, é quando você realmente percebe que o verão pode ser o maior torneio para a seleção nacional. É o melhor torneio.”
Para Jackson, que só fez sua estreia internacional aos 28 anos, disse que só quando se alinhou no Stade de France para a abertura do torneio contra o Brasil é que as coisas começaram a parecer reais.
“Quando você está no túnel e o cara ao seu lado é Ronaldo, a realidade se abre”, explicou.
Adicione Rivaldo, Dunga, Roberto Carlos, Cafu e o resto e você tem razão, Darren. Gole



