Mas, abaixo da superfície, emerge uma história mais complexa: meses de frustrações crescentes, expectativas incompatíveis, propostas sem resposta e a administração Trump, tudo entrelaçado com ventos contrários geopolíticos.
O resultado é um retrocesso das preocupações que perseguiram a liderança da cimeira muito antes de os mísseis aumentarem as tensões no Médio Oriente, levando Pequim a ser mais cautelosa em relação à reunião e a preparar-se para expectativas ainda mais baixas.
Na terça-feira, Trump não forneceu detalhes sobre as trocas diplomáticas por trás do reagendamento ou quando a cúpula poderá acontecer, a não ser “em cinco ou seis semanas”.

Reflete algumas questões mais amplas sobre a duração da guerra, os seus objectivos e a extensão dos danos colaterais. O encerramento do estreito, um importante posto de controlo do petróleo, já perturbou os mercados energéticos globais e complicou a agenda de política externa de Trump.



