A F1 está entrando no desconhecido com as maiores mudanças que o esporte já viu, com unidades de potência, chassis, pneus e combustível prontos para 2026.
Os carros são agora mais pequenos e mais ecológicos, com motores que têm uma divisão quase 50-50 entre energia eléctrica e de combustão interna – e utilizam combustíveis totalmente sustentáveis.
No entanto, existem preocupações sobre a necessidade de gestão de energia na F1 e como isso afetará o estilo de condução durante as eliminatórias e corridas.
O Sistema de Redução de Arrasto (DRS) foi substituído pelo Modo de Ultrapassagem, que fornece aos motoristas energia elétrica adicional quando eles estão a um segundo do veículo em um ponto de detecção, geralmente na curva final.
O DRS não está mais presente graças à aerodinâmica ativa, que permite que as asas traseiras e dianteiras ajustem os ângulos nas retas para reduzir o arrasto e aumentar a força descendente nas curvas.
Durante a segunda semana de testes de pré-temporada, a Ferrari chamou a atenção quando ativou o modo de linha reta do carro com sua asa traseira rotativa “invertida”.
As opiniões sobre os novos carros e regulamentos foram divergentes durante os seis dias de testes no Bahrein.
O tetracampeão mundial Max Verstappen disse que era “como a Fórmula E com esteróides” devido à maior demanda do motor por gerenciamento de energia, enquanto o heptacampeão Lewis Hamilton comentou que as novas regras tornaram a F1 “ridiculamente complicada”, embora ele disse que os carros eram “mais divertidos” de dirigir.



