O esquema de concessão de tarifas de transporte de HK$ 2 (26 centavos de dólar) de Hong Kong para idosos e deficientes valia HK$ 90 milhões, com o governo pagando dois terços, revelou um documento do comitê de finanças do Conselho Legislativo na quarta-feira.
Mostrou também que cerca de 220 beneficiários faziam em média mais de 240 viagens por mês – o equivalente a mais de oito viagens por dia – sendo que um deles fazia mais de 20 viagens por dia, no primeiro ano de registo do nome real.
O governo ajustou o esquema em 3 de abril, exigindo que os beneficiários pagassem 20% da tarifa em vez de 2 dólares de Hong Kong fixos para viagens que custassem mais de 10 dólares de Hong Kong.
O limite mensal de 240 viagens entrará em vigor após um ano.
As reformas foram feitas para melhorar a sustentabilidade financeira do regime a longo prazo, reduzindo ao mesmo tempo a corrupção.
O governo orçou 5,17 mil milhões de dólares de Hong Kong para o regime para o exercício financeiro de 2026-27. As despesas em 2019-20 foram de HK$ 1,2 bilhão.
No jornal, o governo divulgou o custo da reforma.



