Em fevereiro, o Departamento de Justiça abriu um processo semelhante contra a Universidade da Califórnia, em Los Angeles.
Na sua nova queixa, o DOJ disse que “o corpo docente e a liderança de Harvard fecharam os olhos ao anti-semitismo e à discriminação contra judeus e israelitas”, acusando a universidade de não conseguir fazer cumprir as suas regras contra palestinianos e manifestantes anti-Israel.
“Harvard permitiu que manifestantes anti-Israel ocupassem suas bibliotecas. Harvard permitiu que um campo anti-Israel persistisse por vinte dias, violando a política universitária”, disse o processo, aberto no tribunal de Massachusetts.
“Harvard promoveu e continua a promover um ambiente de campus onde o anti-semitismo e o comportamento anti-Israel prosperam”, afirmou.

