Grupos de mídia enfatizaram MalásiaO governo deve pôr fim aos actos de intimidação e violência por parte dos seus funcionários, depois de o chefe executivo de uma empresa ligada ao governo ter alegadamente agredido um jornalista por causa de uma pergunta feita numa conferência de imprensa.
O incidente intensificou o escrutínio da liberdade de imprensa no país, seguindo nos próximos dias Outro jornalista foi detido Sob a Lei de Sedição da era colonial, por fazer uma “pergunta delicada” em um fórum público.
No último caso, o chefe do executivo supostamente arrancou com raiva o K Lanyard de uma repórter por causa de uma pergunta que ela fez a um ministro durante uma entrevista coletiva na segunda-feira.
De acordo com o Sindicato Nacional de Jornalistas da Malásia (NUJM), o incidente teria ocorrido após a saída do ministro e a visão completa de outros repórteres.
Entende-se que o executivo não gostou do facto de a questão não ter relação com o incidente, embora o ministro tenha respondido.
“A sua conduta foi claramente irracional e pouco profissional, e contra os princípios da liberdade dos meios de comunicação social”, afirmou o NUJM num comunicado na terça-feira.



