De acordo com a emissora pública japonesa NHK, os enviados da NATO irão alegadamente discutir a crescente influência regional da China, a guerra em curso da Rússia na Ucrânia e as implicações para uma ordem de segurança global mais volátil.
“Uma delegação deste tamanho indica o quão importante é para ambos os lados”, disse Ben Askeon, professor assistente de política e relações internacionais na Universidade Waseda, em Tóquio. Acrescentou que a visita reflecte uma “tendência de longo prazo”.
O Japão lançou uma missão permanente à OTAN em Bruxelas em Janeiro do ano passado, enquanto o Japão e o resto dos chamados Quatro Indo-Pacíficos – Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia – continuam a aprofundar a cooperação com a aliança.
Tóquio não pode ignorar que os EUA já não são um aliado fiável sob Trump.



