Júlio de Vido Ele apelou da decisão que rejeitou seu pedido prisão domiciliar em causa onze. O ex-ministro do Planejamento Federal busca cumprir pena fora da prisão de Aziza por motivos de saúde e idade.
A defesa interpôs recurso após o juiz federal Ricardo Basilico negar os benefícios há dez dias. O juiz afirmou que De Vido poderia ser detido com segurança na Unidade 19 do Serviço Penitenciário Federal.
O ex-funcionário cumpre pena de quatro anos de prisão pelo desastre ferroviário de fevereiro de 2012. A Suprema Corte manteve o veredicto e determinou sua responsabilidade criminal neste caso.
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Rejeição de pedido de prisão domiciliar
O juiz Basilico explicou que o Presídio de Ezeiza dispõe dos recursos médicos necessários para tratar a patologia de De Vido. De acordo com esta decisão, o estado clínico do arguido é estável.
Na sua decisão, o juiz referiu que durante o último mês não houve casos graves que necessitassem de encaminhamento para o hospital. Este foi o ponto chave para rejeitar o pedido prisão domiciliar.
Além disso, o juiz observou que o acompanhamento médico dentro da instituição permite o controle de condições como o diabetes, sem a necessidade de troca de guarda.
Recursos e recursos
Após o indeferimento, os advogados de Maximiliano Rosconi e Gabriel Palmiro recorreram da decisão. Na apresentação, destacaram a idade de De Vido, 76 anos, como fator importante na reclamação.
O Tribunal Penal Federal apreciará a proposta durante feira judicial em janeiro. O processo prosseguirá apesar dos feriados, por se tratar de caso de prisão efetiva.
Julio de Vido está preso desde 13 de novembro, quando compareceu a Comodoro Pi para iniciar a pena. O caso da tragédia continua seu processo judicial em um contexto político determinado pela administração Xavier Miley e discussão sobre detenção e regime prisional.



