Os governantes militares do Mali enfrentaram uma crise de segurança no domingo, depois de uma ofensiva nacional levada a cabo por combatentes jihadistas e rebeldes separatistas neste fim de semana ter deixado o ministro da Defesa morto e uma importante cidade do norte do país alegadamente ter caído nas mãos dos rebeldes.
Não houve notícias do líder da junta, general Esme Guetta, que não foi visto desde que os ataques começaram na manhã de sábado.
Uma ofensiva coordenada por rebeldes tuaregues da aliança Frente de Libertação de Azwad (FLA) e do Grupo jihadista de Apoio ao Islão e aos Muçulmanos (JNIM) teve como alvo várias áreas do vasto país árido.
Analistas disseram que os ataques coordenados foram o desafio mais sério para os governantes do país desde a invasão de Março de 2012, que foi repelida pela intervenção das forças francesas, que desde então se retiraram.
As tropas governamentais ainda lutavam em algumas partes do país, mas a perda do ministro da Defesa, Sadio Camara, no sábado, foi um duro golpe para a administração.
Kumara, sua segunda esposa e seus dois netos foram mortos depois que um carro-bomba atingiu sua casa em Jantagarh, em Kati, nos arredores de Bamako, disseram sua família e uma autoridade.



