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Lendo a inimizade sino-americana: como uma relação literária tranquila moldou ideias sobre a China.

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Ao celebrar o seu 250º aniversário, os Estados Unidos enfrentam uma nova ordem mundial dominada pela sua relação com a China. Nesta extensa série, examinamos os pontos de pressão e as possibilidades nessas relações, da tecnologia dura ao poder brando. aqui, Khushbo Razdan Analisa como os livros moldam a percepção pública e influenciam as ligações duradouras entre os EUA e a China, mesmo à medida que a sua rivalidade geopolítica se intensifica.

Alexander Boyd tinha 14 anos quando um livro sobre a China mudou a sua vida.

Crescendo em uma casa cheia de livros na pequena cidade de Acton, Massachusetts, Boyd passou horas vasculhando as estantes de seus pais em busca de sua próxima leitura.

Um título em particular chamou sua atenção. A China está acordando. Dos jornalistas Nicholas Kristof e Cheryl Wooden – livro que narra a transformação da China sob o antigo líder Deng XiaopingPelas reformas económicas e pela abertura ao mundo.
O então líder chinês Deng Xiaoping e o presidente dos EUA George HW Bush se reuniram em Pequim em 26 de fevereiro de 1989. Foto: Xinhua

Boyd disse que o livro teve um efeito profundo sobre ele.

“O efeito da leitura foi imediato e surpreendente”, lembrou ele. Ele o leu no ônibus escolar e entre as aulas, absorvido pela história de um país que passava por uma das mudanças mais dramáticas da história moderna.

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