Mariano Recalde contra Legisladores peronistas o de Reformas trabalhistas conduzido por Governo nacional. Senador Justiça garantiu que “Uma coisa estranha aconteceu” Para que aqueles que entraram no Congresso em nome do peronismo acompanhem o projeto oficial. Ele também mirou nos governadores em sua defesa.
Fevereiro foi um mês muito sensível na política. O governo conseguiu discutir e avançar as alterações propostas para sessões extraordinárias. Embora as reformas trabalhistas ainda precisem ser aprovadas pelo Senado, os resultados têm sido positivos para a Casa Rosada.
Crise no peronismo
A liberdade avança Ele não só alcançou vitórias parlamentares, mas também aprofundou a oposição interna. Com as reformas trabalhistas, principalmente, o peronismo apresentou fraturas difíceis de remendar. Os adversários mais fortes apontam para aqueles que assumiram uma postura mais liberal e até votaram pela reforma trabalhista.
Perguntas se transformaram em dúvidas. Na parte mais dura do judiciário, sugeriram que os votos tinham valor económico. Mariano Rekald foi o responsável pelo deslize desta teoria. “Não tenho provas, não tenho dúvidas de que algo estranho aconteceu. Caso contrário, um peronista não pode votar a favor de uma lei desta natureza.“Ele disparou antes de uma reunião em que o partido no poder se pronunciou.
Críticas aos governadores
O Congresso Nacional representa as províncias e, portanto, os governadores. É impossível imaginar a atuação do legislador sem acordo com os dirigentes provinciais. Rekald mencionou isso depois de levantar suspeitas sobre o possível pagamento de ajuda financeira por parte do governo às províncias.
“É muito estranho, completamente irregular. Pensando bem, pode ser uma negociação com o governador que precisa de um peido ATN, Além disso, reduzir a situação vivida pelas províncias. O senador encerrou com uma mensagem forte dentro do peronismo.
Os deputados aprovaram as reformas trabalhistas com o apoio dos governadores. Mariano Recalde: “Não tenho provas, mas não tenho dúvidas: aconteceu algo estranho. Caso contrário, um peronista nunca poderia votar uma lei desta natureza… É estranho. É irregular”. Ele falou de “um peido ATN”. pic.twitter.com/JhP3Wp8Tec
— TN – Todo Noticias (@todonoticias) 20 de fevereiro de 2026



