
Durante 15 anos, o tratado serviu como uma força estabilizadora entre as duas maiores potências nucleares do mundo, estabelecendo limites à implantação de ogivas nucleares estratégicas e sistemas de lançamento, ao mesmo tempo que institucionalizava a transparência através de inspecções e comunicações regulares.
Analistas alertaram que a ruptura, especialmente para a Coreia do Norte, ameaça normalizar a expansão nuclear, quando já enfrenta as regras de não negação.
A pressão internacional sobre Pyongyang para a desnuclearização pode enfraquecer depois de o acordo expirar, dando ao secreto governo espaço para justificar uma maior expansão de armas, disse Shin Bum-chil, investigador sénior do Sizing Institute.
Shin disse que a Coreia do Sul tem de reforçar a sua postura de segurança, incluindo a aceleração dos planos para submarinos com propulsão nuclear, até mesmo para se preparar para o “pior cenário”, numa altura em que os Estados Unidos estavam a reduzir o seu nível de envolvimento regional.


