O chanceler alemão, Friedrich Murz, disse na sexta-feira que não há chance de “adesão imediata” da Ucrânia à União Europeia, mas sugeriu que Kiev poderia participar de reuniões dos membros do bloco sem direito a voto.
A Ucrânia está a pressionar para intensificar a sua candidatura à adesão à União Europeia, composta por 27 países, enquanto luta contra o ataque da Rússia no campo de batalha.
O progresso de Kiev foi bloqueado pelo primeiro-ministro nacionalista da Hungria, Viktor Orbán, mas a sua derrota nas eleições no início deste mês aumentou as esperanças de que ele possa passar à próxima fase.
Os líderes da UE estão a avançar com a Ucrânia, abrindo o primeiro dos chamados “clusters” de negociação.
Mas Kiev tem pouca vontade de acelerar a adesão plena – permitindo que alguns colham entretanto potenciais benefícios transitórios.
“Está claro para todos que a adesão imediata da Ucrânia à UE certamente não é possível”, disse Merz após uma cimeira da UE em Chipre com a presença do líder ucraniano Volodymyr Zelensky.



