Najib, de 72 anos, cumpre uma pena de seis anos na prisão de Kajang, depois de esta ter sido reduzida para metade pelo Conselho de Perdão em 2024, por se apropriar indevidamente de 42 milhões de ringgit (10,6 milhões de dólares) da SRC International.
A controvérsia da prisão domiciliária centrou-se na alegação de Najib de que uma “ordem adicional” emitida para reduzir a sua pena lhe permitiu cumprir o resto da pena de prisão em casa – uma alegação que alimentou o debate na Malásia sobre indultos reais, responsabilização executiva e tratamento preferencial para o antigo líder.
De acordo com os documentos judiciais, os advogados da Shafi & Company informaram ao tribunal de apelações em 3 de abril que Najib havia apresentado uma notificação de encerramento do recurso.
O aviso de 2 de abril dizia que Najib havia decidido não prosseguir com o seu recurso de detenção, não citando nenhuma razão para o regresso.



