coletivo Nem um a menos Ele dará entrevista coletiva nesta segunda-feira após o assassinato Agustina Vega. A descoberta sem vida da jovem de 14 anos em Córdoba neste fim de semana levou as organizações feministas a expandirem a sua exigência por justiça.
O agendamento será marcado às 16h. Bartolomeu Mitre 1767no centro de Buenos Aires. Segundo estas organizações em comunicado, a urgência desta reunião advém do “choque coletivo” Isso criou o item Agostinho.
Reclamando ao judiciário e entrando em contato com 3J
O grupo observou que o feminicídio desta jovem não foi um incidente isolado, como em Argentina Um crime acontece a cada 31 horas. Neste sentido, condenaram a “preguiça” das autoridades e garantiram que a demora na busca do menor estava relacionada com a sua condição de pessoa. “Pobre menina” De um bairro popular “Essas vidas não são importantes para o Judiciário”foi condenado.
Além de exigir justiça para Agostinho e outras vítimas, Nem um a menos Confirmada a convocação de uma marcha nacional na próxima quarta-feira, 3 de junho. A manifestação central será realizada às 17h, em frente ao Congresso Nacional, com palavras de ordem condenando a pobreza, a misoginia e o ódio às mulheres e à diversidade.
Um balanço trágico: mais de 3.000 feminicídios em 11 anos
De acordo com os dados Observatório Adriana Maricel Zambranoo contexto da violência de género em Argentina É um aviso. Entre 3 de junho de 2015 e 27 de maio de 2026 foram registrados 3.424 óbitos.. Desse total, 3.073 casos foram feminicídios e feminicídios relacionados a mulheres e meninas.
Este impacto é profundo porque durante este período 3.840 crianças ficaram sem mãe. Dos quais 61% são menores. O relatório mostra também que 31,3 por cento dos crimes ocorreram na casa da vítima, que é o local mais perigoso para as mulheres.
Perfil da violência e falta de apoio governamental
O resumo estatístico mostra que o círculo interno é o principal atacante. 38,6% dos feminicídios foram cometidos por casais e 21,2% por ex-companheiros. Em termos de idade, o grupo mais afectado são as mulheres entre os 31 e os 50 anos (36,1 por cento), seguidas das mulheres jovens entre os 19 e os 30 anos (29,1 por cento).
Apesar da gravidade da situação, o sistema de proteção apresenta falhas graves. Apenas 13,8% das vítimas já haviam apresentado denúncia e apenas 6% dos feminicídios tinham medidas preventivas no momento do ataque. Estes dados reforçam o apelo das organizações por políticas públicas eficazes e justiça de género.




