Durante as entrevistas com o seu advogado Salim El Koudri – que tiveram lugar na prisão durante os eventos do Motim – ele teria pedido cigarros, mas também uma Bíblia e poder falar com um padre. Os pedidos de um homem que não era batizado, mas que a comunidade islâmica local de Ravarini não eram frequentes, ao contrário de seus parentes, explicou seu patrono, Fausto Giannelli. O homem que caiu no sábado, 16 de maio, e feriu gravemente com seu carro sete transeuntes na rua do centro, está em confinamento solitário. A audiência foi adiada para 19 de maio.
ARTIGO – El Koudri: “Eu sabia que ia morrer naquele dia.” Cartas para a Universidade do Motim: “Bastardos cristãos espúrios…”
Ansa
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