A violência extremista dos colonos israelitas contra os palestinianos na Cisjordânia ocupada atingiu níveis sem precedentes desde o início da guerra com o Irão, com ONG e figuras da oposição a denunciarem o clima de impunidade.
Embora o chamado “terrorismo judaico” tenha sido amplamente condenado em Israel e no estrangeiro, pouco foi feito para o impedir.
Os ataques violentos dos colonos contra os palestinianos têm sido realizados há anos, muitas vezes devido à indiferença da sociedade israelita.
Mas a última escalada atraiu críticas de rabinos influentes, líderes colonos e até do chefe militar, tenente-general Eyal Zamir, que classificou os ataques como “moral e eticamente inaceitáveis”.
De acordo com Rem Cohen, investigador do Instituto de Estudos de Segurança Nacional (INSS), com sede em Tel Aviv, “os actos terroristas judaicos aumentaram desde o início da guerra com o Irão”, bem como “a intensidade das acções”.



