O Canadá planeia permitir mais ligações aéreas com a China, à medida que procura reconstruir os laços com Pequim e capitalizar a crescente procura de viagens canadianas entre os turistas chineses, mas as companhias aéreas podem estar relutantes em adicionar novas rotas devido ao aumento dos custos do combustível de aviação e à falta de acesso ao espaço aéreo russo.
O ministro dos Transportes canadense, Steven MacKinnon, anunciou na semana passada que Ottawa permitiria um aumento “incremental” na combinação de voos diretos de passageiros para a China e até 20 voos de carga por semana.
O turismo é fundamental para o relacionamento, dizem os analistas, com a procura crescente de viagens de ida e volta em ambos os lados do Pacífico.
Os viajantes chineses têm observado um aumento “constante” nas reservas para o Canadá nos últimos anos, particularmente para Vancouver, Toronto, Montreal, Calgary e Ottawa, de acordo com a Flaggy, uma importante plataforma chinesa de reservas de viagens. Fulgi é propriedade do Alibaba Group Holding, que também possui o South China Morning Post.



