ele Governo nacional Um documento oficial sobre a escalada no Médio Orienteno qual declarou seu apoio a ações conjuntas Estados Unidos da América E o governo de Israel face à ameaça que o regime da República Islâmica do Irão defende para a estabilidade global. Este texto foi compartilhado publicamente por Pablo Quirno, proprietário do Palacio San Martín.
Na declaração, Ministério das Relações Exteriores da Argentina Afirmou que as medidas tomadas visam neutralizar os riscos a longo prazo e ajudar a restabelecer as condições de equilíbrio regional. Ele também enfatizou a importância de fortalecer o regime internacional Não proliferação nuclear e consolidar o quadro de paz sustentável.
Apoio de Washington e Tel Aviv
A posição oficial é que, apesar dos repetidos esforços diplomáticos, Teerão não desmantelou completamente o seu programa nuclear nem cessou actividades sensíveis de enriquecimento. Observa também que continua a apoiar intervenientes armados não estatais que operam em várias partes da região, que o documento afirma representarem uma ameaça constante aos países da região. Segurança internacional.
Neste contexto, a Argentina condenou os ataques atribuídos ao regime iraniano contra Israel e outros países da região, incluindo os Emirados Árabes Unidos, o Reino do Bahrein, o Catar, o Reino da Arábia Saudita e o Estado do Kuwait, bem como contra instalações e pessoal americano estacionado na região.
Amia, direitos humanos e assistência consular
Esta declaração sublinha também a solidariedade para com o povo iraniano e o seu desejo de viver em liberdade, com pleno respeito pelo povo iraniano. Direitos humanos E o direito internacional, paralelamente, lembra que o sistema judicial argentino responsabilizou o regime iraniano pelo ataque a Amia em 1994, caso em que foram emitidos mandados de detenção internacionais contra os acusados.
Por último, o Ministério das Relações Exteriores informou que mantém uma coordenação ativa com a rede consular da região e em contato constante com os cidadãos argentinos em caso de qualquer possibilidade de conflito, no âmbito do monitoramento contínuo da situação.



