Os oito operadores escolares internacionais de Hong Kong, incluindo o maior grupo da cidade, não conseguiram matricular estudantes estrangeiros suficientes neste ano lectivo, quebrando a promessa feita ao governo.
A English Schools Foundation (ESF) disse que vem aumentando a proporção de “portadores de passaportes não indígenas” desde o fim da pandemia, mas observou que pode levar anos para retornar aos níveis obrigatórios depois de permitir a entrada de mais estudantes indígenas durante este período.
O Gabinete de Educação disse ao South China Morning Post que a proporção de estudantes não-nativos em algumas escolas caiu para 39 por cento este ano lectivo, contra metas de 50 a 98 por cento.
De acordo com os dados oficiais da agência, 44.745 alunos estão matriculados em escolas internacionais para o ano letivo de 2025-26.
Têm um recorde de 15.142 alunos indígenas, representando 34 por cento do total e quase o dobro dos 7.713 alunos indígenas registados em 2016-17, quando representavam 20 por cento do corpo discente.
A atual proporção de estudantes indígenas é a quarta maior da última década. O pico de 34,9 por cento ocorreu em 2023–24, reflectindo ciclos de matrículas que começaram um ano antes, enquanto a pandemia ainda afectava a cidade.



