Cornejo alinhou o seu discurso com uma orientação nacional, defendendo reformas estruturais e destacando o progresso no investimento, energia e segurança.
O governador de Mendoza, Alfredo Cornejo, enviou um forte movimento de apoio ao presidente Javier Maile durante as sessões de abertura da legislatura provincial, onde defendeu a orientação económica do governo nacional e vinculou-a à estratégia de desenvolvimento local.
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“Todos sabemos que é necessária uma base de racionalidade económica para criar mais empregos.”O presidente afirmou que o país está mudando o modelo que Mendoza segue. Neste sentido, destacou A ordem macroeconómica é a condição básica para restaurar a confiança, atrair investimento e fortalecer o sector privado.
Durante o seu discurso, Cornejo também enfatizou a necessidade de manter as reformas estruturais. Afirmou que o governo deveria ser mais eficiente e transparente e garantiu que foram feitos progressos tangíveis no domínio da gestão de recursos nesta província.
Ao nível da produção, o governador destacou o potencial da energia e da mineração. Assegurou que a chamada “vaca morta de Mendoza” deixou de ser uma expectativa e se tornou uma oportunidade estratégica.Está relacionado ao planejamento governamental e à criação de condições favoráveis ao investimento.
O presidente também revisou os indicadores de sua gestão e destacou níveis históricos de investimento em infraestrutura. Segundo ele, as obras públicas provinciais constituem 14,5% do total das despesas, enquanto a pressão financeira mantém a tendência decrescente.devolvendo milhões aos contribuintes.
Quanto ao mercado de trabalho, Cornejo destacou que Mendoza tem uma taxa de desemprego de 6,7 por cento. Menos que a média nacionale destacou a posição da província como destino turístico a nível nacional e internacional.
Este discurso também incluiu a seção de segurança. Ele disse: A ordem não é negociável e a segurança é uma prioridade.sublinhando ao mesmo tempo que o progresso deve ser medido de forma responsável, tendo em conta o impacto nas vítimas.
No final, Cornejo apelou à construção colectiva para consolidar o crescimento. “A questão não é que o governo escolha os vencedores, mas que toda a província seja campeã de uma nova etapa”.Na sua mensagem, afirmou que procura integrar os sectores produtivo, académico e social no desenvolvimento económico.



