A rápida investida da China na inteligência artificial e a sua transição energética simultânea são fundamentais para ultrapassar os EUA na supremacia tecnológica, de acordo com um antigo vice-ministro das Finanças.
Zhu Guangyao explicou que a concorrência no domínio da IA passou de uma corrida puramente técnica para uma competição mais ampla em cenários de aplicação e quadros regulamentares, liderada pelas duas maiores economias do mundo.
“A posição de liderança da China na transição energética estabeleceu uma base sólida para o desenvolvimento da IA, criando assim amplos cenários de aplicação”, disse Zhou ao National Business Daily num relatório publicado no domingo.
“Para os EUA, o desafio colocado pela nova situação reside (no princípio) de que ‘eletricidade é poder de computação'”, acrescentou.
Zhu também observou que, embora os EUA sejam atualmente líderes em poder de computação, os líderes da indústria dos EUA reconheceram publicamente que a lacuna com a China está a diminuir.
À medida que os avanços da IA desencadeiam uma explosão na procura global de electricidade, o abundante fornecimento de energia da China é cada vez mais visto como uma vantagem estratégica.



