Embora a Casa Branca tenha enquadrado a visão como uma “relação construtiva de estabilidade estratégica baseada na cooperação justa e mútua”, Pequim disse apenas que se tratava de uma “relação bilateral construtiva de estabilidade estratégica”.
Os observadores chineses levantaram a frase – especialmente a versão chinesa – debatendo o que poderia revelar ou ocultar sobre as ambições de longo prazo de Pequim.
Eles atribuíram isso aos cortes no financiamento de programas de idiomas nos EUA, bem como ao declínio no número de estudantes de intercâmbio e ao menor interesse em aprender chinês.
O resultado é uma rede desarticulada de programas governamentais, grupos de reflexão e investigadores independentes que procuram traduzir e interpretar as últimas medidas da China.
Analistas dizem que a fragmentação poderá tornar mais difícil para Washington compreender a sua já frágil relação bilateral.



