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O rolo compressor francês deixa Marrocos no esquecimento

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(Estados Unidos da América).-França Ele vem impressionando desde sua chegada aos Estados Unidos nesta Copa do Mundo de 2026. Não só conta partidas por vitórias, mas cada uma delas se sente como uma máquina bem oleada, capaz de marcar e marcar mais gols, sufocando qualquer rival, por mais bem argumentado que seja.

Marrocospela segunda vez consecutiva copa do mundo de futebolperdeu para a França, seleção que passou três semifinais neste grande torneio. A seleção africana, última eliminada do continente, fez um jogo defensivo e ofereceu França A bola foi suficiente para ele aguentar um tempo, mas no segundo tempo o talento francês finalmente saiu por cima.

A partida das quartas de final foi muito acirrada, muito divertida, com óbvia tensão ambiental. Nem sempre rápido ou emocionante e, em última análise, nem apertado, mas sempre divertido, um espetáculo à altura do que se espera nas últimas rodadas de uma grande competição.

O jogo acabou a favor da seleção francesa, mas no primeiro tempo aconteceram uma série de acontecimentos que preocuparam os franceses. Mbappe perdeu um pênalti que poderia ter sido melhor aproveitado. O atacante precisa esperar um pouco mais que o normal para chutar e acaba arremessando solto e com menos força. Como se não bastasse, à sua frente estava Bono, que é um excelente goleiro em geral e um magnífico cobrador de pênaltis em particular.

Bono foi na verdade o melhor argumento de Marrocos para acreditar neste empate. A seleção atacava pouco, vivia na defesa e nem conseguia conter as soberbas oportunidades de ataque da França. Nesse banho de sangue, o goleiro apareceu diversas vezes, pronto para equilibrar um jogo que não estava equilibrado.

Após o intervalo, a França continuou a dominar, mas só aos 60 minutos é que o génio de Mbappé apareceu. Um passe de Ulysses o deixa na entrada da área, cercado pela defesa adversária, mas com espaço para levantar a cabeça e chutar ao segundo poste, um dos poucos lugares fora do alcance de Bono. Um tempo depois, o atacante teve que ser substituído devido a dores e uma torção no tornozelo que não parecia grave.

Seis minutos depois, veio o segundo golpe. Desta vez foi Dembélé quem encontrou um caminho livre para a frente da área, onde fez o possível para se alinhar pela esquerda do guarda-redes. Ele conseguiu tocar na bola, mas não tanto que o chute foi para o gol.

Foi 2 a 0, mas significou muito mais. Porque o que se viu em Boston foi um time muito superior que batia e rebatia e não havia nada que sugerisse que esse time pudesse realmente se recuperar de uma desvantagem de dois gols. Aconteceu assim. A França interrompeu este ataque sem maiores problemas marroquino E assim assinou seu ingresso para disputar as semifinais. Enfrentará o vencedor da Espanha x Bélgica na quarta-feira, em Dallas. Mbappe, Ulysses, Doue ou Dembele já aguardam o próximo.

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