
Isso representou um aumento de 2,4 pontos percentuais em relação ao primeiro semestre do ano passado, afirmou o think tank com sede em Washington num relatório divulgado na terça-feira que apontava para uma recuperação mínima de 33,5% no primeiro semestre de 2024.
“Os dados confirmam que “a queda relativa de três anos das ações do setor privado entre 2021 e meados de 2024 não indica nenhuma reversão permanente do seu crescimento espetacular ao longo da última década”, afirmou o relatório, que inclui empresas sediadas na China ou no exterior e é compilado duas vezes por ano.
Acrescentou que a participação do sector privado era de 55,4 por cento em meados de 2021.
No primeiro semestre do ano passado, um número crescente de marcas de consumo estabelecidas juntou-se ao ranking das 100 melhores, com gigantes da tecnologia estabelecidos como Tencent, Alibaba, Contemporaneous Amperex Technology (CATL), Xiaomi e BYD. Alibaba é dona do South China Morning Post.
Vários novos fabricantes de alta tecnologia do setor privado juntaram-se à lista no segundo semestre de 2025, incluindo o fabricante de transceptores ópticos Avtolink Technology, o produtor de unidades de processamento gráfico MooreThreads Technology, o fabricante de placas de circuito Victory Giant Technology e o fabricante de chips AI Integrated Circuits.
O relatório afirma que “os líderes políticos da China celebraram publicamente a ascensão destes campeões do sector privado da ‘nova economia’ do país, em que o crescimento será alimentado mais pela produção de alta tecnologia, decoração e inovação, e menos pela habitação e pelo desenvolvimento de infra-estruturas”.



