Existem lugares no mundo onde se espera que a guerra intervenha. E há lugares onde sua chegada parece irreal.
É um lugar que associo mais às férias, às longas noites à beira-mar, à literatura e aos refrescantes gins e tónicos do que à geopolítica. Durante a pandemia CoVID-19, passei longos períodos perto da chuva. Ainda no ano passado, regressei ao Festival Literário de Galle, de renome internacional, onde tive o prazer de uma conversa pública com o ilustre advogado e escritor de direitos humanos Philip Sands.
Perto da costa sul do Sri Lanka, perto de Galle, os Estados Unidos afundaram um navio da marinha iraniana, supostamente uma fragata que transitava pela região. O secretário de Defesa dos EUA, Pat Hegseth, celebrou publicamente o ataque como uma operação militar bem-sucedida.



