Durante grande parte da última década, o debate sobre a transição energética girou em grande parte em torno de uma questão: as tecnologias limpas podem funcionar em grande escala?
O desafio já não é apenas provar que mais tecnologias individuais funcionam. Está a integrar estas tecnologias em setores e sistemas industriais que sejam fiáveis, acessíveis e seguros, ao mesmo tempo que satisfazem a procura global em rápido crescimento.
A primeira onda foi sobre viabilidade por meio de escala. Na última década, a fabricação e a implantação registraram reduções drásticas de custos em algumas tecnologias essenciais. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que na China. A sua expansão para energia solar, eólica, baterias e veículos elétricos transformou opções outrora premium em produtos acessíveis e acessíveis produzidos em massa. À medida que a escala aumentou, os custos caíram, as cadeias de abastecimento amadureceram e as curvas de aprendizagem aceleraram. O resultado não foi apenas emissões mais baixas, mas uma nova definição do que seria a energia barata.


