No entanto, ele garantiu aos filipinos que não há nada com que se preocupar no que diz respeito à saúde.
Mas na quarta-feira, quase uma semana após a sua revelação, o presidente faltou a um evento no palácio: uma cerimónia de entrega de prémios a funcionários públicos de destaque. O secretário executivo Ralph Recto, que substituiu Marcos, disse que seu chefe estava “segurando a papelada”.
Marcos apareceu pela última vez em um videoclipe de um minuto divulgado pelo palácio no dia 22 de janeiro, no qual dizia: “Agora estou com diverticulite. A condição resulta do desenvolvimento de pequenas bolsas na parede do cólon que ficam inflamadas.
O vídeo procurou dissipar os rumores naquela manhã, quando a mídia local noticiou que o presidente havia passado a noite sob “observação médica” no hospital. Notícias e rumores de que Marcos teria sido submetido a uma cirurgia provocaram uma reacção negativa por parte dos opositores políticos, que citaram a deterioração da sua saúde para pedir a sua demissão.
Um médico com décadas de experiência na Ásia disse esta semana que, embora a diverticulite fosse uma doença gastrointestinal comum, “mas na chefia do Estado, ela enfrenta mais importância”.



