
Um incêndio mortal num apartamento subdividido na quinta-feira destacou a necessidade de eliminar habitações precárias em Hong Kong, com o ministro da Habitação a dizer que o espaço médio de vida dos residentes afetados era de apenas cinco metros quadrados (54 pés quadrados).
A secretária de Habitação, Winnie Ho Wing Yen, referia-se a um incêndio num apartamento subdividido que matou um residente e feriu outros quatro na quinta-feira, dizendo que sublinhava a importância da nova Portaria de Unidades Habitacionais Básicas.
“No apartamento (onde ocorreu a tragédia), o espaço médio de cada residente era de apenas 5 metros quadrados, com numerosos riscos de segurança contra incêndio”, disse Ho a um programa de rádio no sábado.
“Se houver uma média de uma a duas pessoas por unidade, ou seja, mais de 10 pessoas num apartamento, os riscos em termos dos efeitos do fumo denso e de possíveis mortes são muito elevados.
As autoridades já haviam revelado que o apartamento afetado pelo incêndio media aproximadamente seis por oito metros (19,7 por 26,2 pés) e estava dividido em nove áreas residenciais separadas, sendo a área traseira a área traseira onde o incêndio eclodiu.
A secretária de Assuntos Internos e Juvenis, Alice McQueen, disse no sábado que as autoridades montaram um abrigo em um dos centros comunitários para abrigar os residentes afetados.
A Portaria das Unidades Habitacionais Básicas entrou em vigor no dia 1º de março. Nos primeiros 10 dias, apenas um proprietário se apresentou para aprovar a certificação, informou o órgão habitacional.



