A OTAN disse na terça-feira que o planejamento militar havia começado para uma nova missão para reforçar a segurança no Ártico, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, tornou a região central para suas demandas pela Groenlândia.
“Está em curso o planeamento de uma actividade de monitorização reforçada pela NATO chamada Arctic Sentry”, disse Martin O’Donnell, porta-voz do Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa.
“Esta actividade fortalecerá ainda mais a postura da NATO no Árctico e no Extremo Norte”, acrescentou, sem fornecer mais detalhes.
As ameaças de Trump contra a Gronelândia no mês passado mergulharam a aliança transatlântica na sua crise mais profunda em anos.
O improvável líder dos EUA disse ter chegado a um acordo “quadro” com o chefe da NATO, Mark Rutte, para garantir uma maior influência dos EUA.
A OTAN disse que tomaria medidas para aumentar a sua presença no Ártico depois de Trump ter usado a alegada ameaça da Rússia e da China para justificar os seus desígnios sobre a Gronelândia.



