A raiva de Guardiola com as decisões da arbitragem tem borbulhado sob a superfície durante a maior parte da temporada.
Mas este mês ele não conseguiu controlar suas emoções.
Mesmo antes dos acontecimentos recentes, Guardiola tinha pelo menos alguns motivos para reclamar.
O painel de incidentes importantes da Premier League decidiu que o City deveria ter sido penalizado na derrota por 2 x 1 para o Newcastle, em novembro.
Phil Foden foi apanhado pelo guarda-redes da casa, Fabian Schaar, após disparar um remate, mas Var não interveio.
No mesmo jogo, o Newcastle marcou um gol que parecia impedimento, mas Bruno Guimarães ficou a 5cm da tolerância.
Os julgamentos recentes foram mais subjetivos.
O PGMO aceitou que o gol de Semino não deveria ter sido anulado pela interferência do VAR em Newcastle, na Carabao Cup. Embora o impedimento contra a Holanda fosse tecnicamente correto, foi anulado pelo VAR.
Um possível cartão vermelho para Diego Dalot por um desafio contra Jeremy Duko no clássico de Manchester foi uma decisão limítrofe, com o árbitro Anthony Taylor impressionado por ele ter dado uma boa descrição do incidente. Como disse Webb, se a decisão em campo tivesse sido um cartão vermelho, quem teria resistido.
O mesmo aconteceu com o handebol Musjra. Você pode defender um pênalti porque o jogador do Wolves puxou os braços do corpo.
Mas você também poderia argumentar que seus braços estariam justificadamente nessa posição enquanto ele desacelerava sua corrida para desafiar Omar Marmoush.
A frustração para Guardiola foi que todas essas situações difíceis foram contra o seu lado – e continuam a aumentar.



