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Poderia esta nova tecnologia ajudar o bombardeiro furtivo da China a quebrar a barreira do som?

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As regras antigas diziam que você tinha que escolher: Furtividade ou Velocidade. A América escolheu secretamente. A Rússia agiu rapidamente. A China está tentando jogar fora o livro de regras.

Pesquisadores chineses revelaram no mês passado avanços no projeto de uma aeronave que poderia alimentar a próxima geração de bombardeiros stealth do país. Voo supersônicoeliminando o trade-off entre velocidade e secretamente Tem atormentado as forças aéreas dos EUA e da Rússia durante décadas.
Desde a década de 1930, os cientistas estudam um tipo de aeronave chamada Asa Voadora. Ao contrário das aeronaves convencionais, esta configuração integra a fuselagem e as asas em uma grande asa lateral, o que reduz a resistência ao vento, melhora o desempenho aerodinâmico e o alcance e aumenta as capacidades furtivas. O exemplo mais famoso desse design são os Estados Unidos Bombardeiro Espiritual B-2.

No entanto, esse design traz uma compensação. Ao eliminar a cauda tradicional, a aeronave responde rapidamente ao arremessar, mas pode agitar suas asas longas e finas ao dobrar o fluxo de ar em alta velocidade, às vezes causando vibrações severas em toda a aeronave.

Esta vibração é conhecida como “flutter rigidamente acoplado”. Quando isso acontecer, pode levar à instabilidade do voo em casos leves, ou mesmo à degradação imediata no ar em cenários graves.

Para evitar os perigos de bater as asas, as primeiras aeronaves de asa voadora, incluindo o B-2, eram limitadas a velocidades subsônicas. Isto inevitavelmente compromete a capacidade de resposta rápida e de penetração de um bombardeiro, tornando difícil escapar de um sistema de defesa aérea outrora avançado.

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