O quarterback do New York Jets, Geno Smith, não será acusado por um incidente em junho no qual uma mulher o acusou de agressão, disse o departamento de polícia de Davie, Flórida, na terça-feira. A investigação não está mais ativa.
Em 21 de junho, uma mulher ligou para o 911, alegando que Smith havia invadido sua casa. A mulher, que se identificou como ex-namorada dele, posteriormente postou o vídeo do encontro nas redes sociais. O vídeo não continha evidências da agressão.
Ninguém foi preso ou detido no local, embora a mulher tenha sido despejada da casa de Smith.
O relatório oficial citou a falta de testemunhas e imagens de vigilância para corroborar as alegações, e que nem Smith nem a mulher forneceram declarações de acompanhamento à polícia. Isso deixou o policial respondente “incapaz de determinar o principal agressor na altercação física”, segundo o relatório.
“Nenhuma medida investigativa adicional pode ser razoavelmente tomada com as informações atuais”, dizia um relatório de caso suplementar obtido pela ESPN. “Qualquer investigação futura depende de informações ou evidências adicionais que venham à tona.”
O relatório original do incidente citava dois arranhões no lado direito do rosto de Smith e um corte na parte de trás da cabeça. Também descreveu um pequeno corte na mão direita da mulher e hematomas no braço esquerdo.
A mulher enviou um vídeo no Instagram acusando Smith de espancá-la e negligenciar seu filho de 6 anos. A mãe do menino, uma mulher diferente, posteriormente defendeu Smith em um vídeo no Instagram.
Smith não comentou publicamente o incidente. Nem os jatos. A NFL ainda poderá punir o jogador de 35 anos se determinar que ele violou a política de conduta pessoal da liga.
“Estamos cientes do assunto e o clube está em contato com a liga”, disse um porta-voz da NFL em comunicado.
Smith, que jogou pelos Jets de 2013 a 2016, foi readquirido pelo clube em março, em uma troca com o Las Vegas Raiders.
–Mídia em nível de campo



